Falta de informação ainda freia uso de óleos sintéticos

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Apesar de serem mais eficientes que os óleos minerais e do fim gradativo do R-22 estimular o seu uso, os lubrificantes sintéticos ainda enfrentam resistência entre os refrigeristas brasileiros.

Na avaliação do departamento técnico da Shrieve, essa barreira cultural só será quebrada à medida que o mercado nacional conhecer melhor as soluções sintéticas e puder compará-las óleos utilizados tradicionalmente nos compressores.

“A grande maioria dos profissionais do setor de refrigeração e ar condicionado só analisa, no primeiro momento, o quanto vai pagar pelo litro do produto, sem levar em conta as vantagens que resultam, no final, num custo menor e na maior vida útil do compressor”, ressalta área técnica da empresa.

Algumas das principais vantagens do óleo sintético em relação ao mineral, de acordo com a Shrieve, são o menor custo de manutenção, aumento da vida útil do sistema, eficiência energética, melhor performance e maiores miscibilidade e solubilidade.

“Outro ponto que negativo no mercado brasileiro é a falta de informação sobre o próprio fato de existirem outros tipos de lubrificantes e dos requisitos necessários para utilizá-los corretamente”, aponta a empresa.

Conforme já postado aqui, a escolha do lubrificante ideal cada sistema deve levar em conta o modelo do compressor e o refrigerante utilizado. “É preciso sempre seguir as diretrizes do fabricante do equipamento”, ressalta o departamento técnico da Shrieve.


 

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